.Nota Importante

Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

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PortugalOeste

 

Mapa editado por Artur Moura

REGIÃO DO OESTE

 

Concelhos  

população em 2001

 

Área (Km2)

 
 

Alcobaça

54.638

406,5

 

Alenquer

40.895

304,6

 

Arruda dos Vinhos

10.649

77,7

 

Bombarral

13.518

91,3

 

Cadaval

14.157

174,2

 

Caldas da Rainha

50.193

254,6

 

Lourinhã

23.894

147,2

 

Nazaré

15.028

81,5

 

Óbidos

11.003

141,1

 

Peniche

27.738

77,0

 

Sobral  M. Agraço

9.346

52,0

 

Torres Vedras

74.106

407,0

 

  TOTAL

345.165

2.214,

 

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CALDAS DA RAINHA

CALDAS DA RAINHA, cidade termal. Em 1485 a Rainha D.Leonor mandou construir um hospital termal. Daí desenvolveu-se a povoação, 3 anos depois vila e em 1511 tornou-se sede de concelho. Em 11-08-1927 elevou-se a cidade.

localização: 90 Km a norte da Lisboa e 8 Km do Litoral Atlântico

sede do concelho: cidade das Caldas da Rainha freguesias: Srªdo Pópulo, StºOnofre, Tornada, C.Benfeito, Coto, Foz Arelho, Landal Nadadouro, Salir de Mtos, Salir do Porto, Sta Catarina, S.Gregório, Serra do Bouro,  Vidais, A-dos-Francos, Alvorninha
área:  250Km2         população: 61.000 habitantes
feriado municipal: 15 de Maio

 

 

localização: Situada a 80 Km a norte de Lisboa e a 50 Km a sul de Leiria e centrada na denominada região do Oeste (que aspira a região administrativa) é servida por dois excelentes eixos de auto-estradas: a A8 de Lisboa- Leiria-Figueira da Foz e a A15 de Peniche-Santarém e também por um movimento permanente de autocarros e comboios,

características: Caldas da Rainha cidade termal
Escreveu Ramalho de Ortigão:
"Caldas da Rainha é o Centro da mais histórica, da mais pitoresca região de todo o País".
Poderá ter tido algum exagero de opinião já que Portugal é constituído por regiões lindas  históricas e pitorescas. Apesar da proximidade ao Atlântico é contudo uma cidade essencialmente agrícola e muito rica em fruta,  mantendo diáriamente a céu aberto e em pleno centro histórico um mercado recheado de frutas, legumes, flores e animais de criação. Esta praça, com tradição medieval, é um forte atractivo a visitantes e nenhum projecto municipal consegue mover vendedores, cidadãos e comerciantes locais a aceitar a construção de um mercado coberto.
Tendo nas suas proximidades os portos piscatórios da Nazaré e Peniche que, para além das lindas praias muito apreciadas por turistas, fornecem o mercado das Caldas de bom peixe fresco.

Tem também na sua orla marítima as lindas praias da Foz do Arelho, Salir do Porto e S.Martinho do Porto, ligadas entre si por uma estrada atlântica com pesqueiros e miradores, o que a priveligia de ser considerada uma cidade litoral, orgulhando-se de compartilhar com Óbidos a maior logoa de água salgada da Europa, rica em enguia, ameijoa e berbigão, e onde se pratica a pesca e desportos náuticos. 

economia: vocacionada para as artes, Caldas tornou-se um polo importante da ceramica artesanal, faianças, escultura e doçaria. Tem como principais actividades económicas comércio, serviços, agricultura e pecuária. A industria é diversificada e distrubuída por pequenas e médias empresas industriais, predominando a cerâmica, faianças e utensílios a par com os pequenos ateliers de olaria em processo artesanal no fabrico de peças originais e caricaturas regionais. Há ainda a considerar outras industrias como as metalomecânicas ligeiras, industrias de madeiras e fabrico de móveis, produção de sabão, de velas e de vinho.
Comercialmente Caldas pode-se considerar uma cidade farta. Como Caldas da Rainha se desenvolveu em redor do Hospital Termal, cresceu em circulo com inúmeros bairros residenciais sem grandes avenidas no centro.  Esta centralidade comercial tornou-a um polo de atracção e há mesmo quem a chame "um Centro Comercial a Céu aberto". Diz-se que não há loja de marca que não abra em Caldas.
Proliferam no entando à volta da cidade hipermercados de grande superfície e vários de média superfície. 
O comércio automóvel é muito concorrencial tendo sido considerada uma das zona do País com maior densidade comercial neste ramo.
A importância agrícola desta região levou que o Ministério da Agricultura estabelecesse uma quinta para estudos e apoio ao agricultor e um Centro de acolhimento e formação agrícola onde chega a receber técnicos oriundos de outros Países.
Caldas dispôe no centro da cidade de duas grandes unidades hoteleiras e de diversos residenciais e um hotel na sua praia da Foz do Arelho sendo ainda apoiada por uma diversidade de conjuntos hoteleiros e turismos rurais na região e na vizinha vila de Óbidos.
No seu grande salão de exposições fazem-se com frequência certames de artesanato, de mobiliário, de frutas, exposições diversas. Anualmente realizam-se o certame com tasquinhas representadas por todas as freguesias que durante 15 dias concorrem entre si cativando os visitantes com os seus petiscos, pratos regionais e folclore. 

artesanato: Louças regionais, bordados, rendas; tapeçaria; mantas de farrapos;  cestaria em vime; tanoaria. As louça regionais  e bonecos das Caldas (malandrices) são reconhecidos além fronteiras e comercializados em diversos países;

gastronomia:  A sua gastronomia é rica e variada quer pelos produtos frescos do campo como do peixe fresco pela proximidade com o mar, realizando-se anualmente um concurso de gastronomia entre os diversos restaurantes da região e uma feira gastronómica onde competem as freguesias do Concelho. É muito apreciado  o ensopado de enguias; a enguia frita; a caldeirada de mariscos da Lagoa e os práticos típicos da matança do porco 

doçaria, as trouxas de ovos; as cavacas e beijinhos das Caldas e o pão de ló do Landal.

atracção turística: Dada a proximidade da costa , as praias da Foz do Arelho, Salir do Porto, S. Martinho do Porto e Lagoa de Água Salgada, torna-a um ponto de atracção turística quer na época balnear quer pelos desportos nauticos e pesca desportiva; miradores atlânticos ao longo da costa vislumbrando as ilhas Berlengas.

Caldas dispôe de um dos parques mais aprazíveis de Portugal, o parque D. Carlos I, com árvores seculares, parque de merendas, parque infantil, um museu biblioteca e um gracioso lago com barcos de recreio, circundando uma ilha onde predominam gansos, patos bravos e galinácios isóticos e muitos pombos.
Para quem pretende um espaço mais solitário poderá optar pela frondosa Mata Rainha D. Leonor onde poderá fazer caminhadas; ginástica de manutenção ou ler um livro no seu sereno parque de merendas.

locais a visitar: 

hospital tremal fundado em 1485 e remodelado em 1750 recomendado para tratamento de doenças reumáticas e musculo-esqueléticas e das doenças respiratórias;

Igreja Nª Sra do pópulo, matriz, concluída em 1500 considerada monumento nacional;

Praça da Fruta e seu mercado diário tradicinalmente medieval.

Parque D. Carlos I

Mata D. Leonor

Museu de cerâmica

Museu José Malhôa;

Atelier museu António Duarte;

Atelier museu João Frgoso;

Museu termal;

Casa museu S.Rafael;

Museu do ciclismo;

Pontes romanas no lugar da feteira
Desporto: dois campos de futebol, quatro courts de ténis, um campo de ruggy, um recinto para desportos radicais, dois circuitos de manutenção, um dos quais pedestre e de bicicleta com mais de 5 Km. 

 Educação: dispôe de uma rica e moderna Biblioteca Municipal, um Centro de Informática para o cidadão, um centro da Juventude, um lar de estudantes, três Escolas do ensino secundário até ao 12º ano; Uma Escola Técnica empresarial; dois centros estatais de formação profissional com cursos de cerâmica, design, metalomecânica, secretariado, informática entre outros; centros de formação particulares e protocolares; Escola Superior de arte e disign; Polo da Escola Superior da Educação; polos Universitários das Universidades Católica e Lusíada com diversos cursos superiores.
Saúde: dispôe de um Centro de Saúde; de um Hospital Regional que recebe doentes de cidades e vilas circundantes; de um Hospital Termal; de uma clínica Hospitalar; de diversas clínicas e consultórios médicos das mais variadas especialidades. A proximidade a Lisboa faz deslocar a Caldas muitos clínicos que mantêm nesta cidade consultórios e clínicas, privilegiando Caldas como um dos bons centros de assistência médica fazendo convergir à cidade muitos cidadãos de cidades e vilas vizinhas.
Presentemente está a ser contruído  um Complexo Multiusos para eventos culturais, teatro, congressos etc
Dia 15 de Maio é o dia da cidade onde é tradição fazer-se as inaugurações das benfeitorias realizadas ao longo do ano e é oferecido à população um concerto musical ao ar livre e fogo de artifício.

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Sites a consultar:

www.cm-caldas-rainha.pt/

www.anmp.pt/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Caldas_da_Rainha

www.oesteonline.pt/

www.guiadacidade.pt/

www.jornalregional.com/

www.jornaldascaldas.com

http://www.newspapersites.net/newspaper/gazeta-das-caldas.asp

 

 

 

 

 


   

 HISTÓRIA:

Fundada pela Rainha D. Leonor em 1495 que conhecedora e apreciadora das águas termais sulfurosas para a cura do reumatismo e problemas respiratórios, mandou construir no local um Hospital Termal, considerado o primeiro da Europa, cujas características se têm mantido ao longo dos anos, sendo actualmente o único do género em funcionamento em que as águas brotam por baixo do próprio edifício.
"Diz a história que nas águas fumegantes que brotavam do solo se curou a Rainha."
A cidade das Caldas cresceu e floresceu ao redor do Hospital Termal e a 5 Km da visinha vila medieval fortificada de Óbidos, exlibris da região oeste de Portugal. Perde-se no tempo a tradição ceramista, tão popular e genuína que em séculos anteriores tornaram Caldas uma das cidades mais conhecidas de Portugal, além fronteiras. São muitos os artistas cerâmicos consagrados, mas está sempre presente na memória de todos o célebre escultor e caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro.
Como cidade de arte, também outras artes, como a pintura e a escultura têm vindo a confirmar Caldas da Rainha como um centro de artes plásticas, destacando-se a pintura do mestre José Malhoa e as esculturas dos mestres António Duarte e João Fragoso, entre outros.
Para se ter uma ideia da dimensão artística das Caldas da Rainha é bom saber-se que a cidade tem o ensino superior de arte e design e o centro de formação profissional de cerâmica.
Artur José de Lima Moura 15 de Agosto de 2005

 

 

 

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ÓBIDOS

OBIDOS, Vila medieval, cercada por muralhas de um Castelo fundado em 308 antes de Cristo e posteriormente restaurado, exilibris da região; muito visitada por turistas

localização: 90 Km a norte de Lisboa e a 5 de Caldas da Rainha
sede do concelho: Obidos
freguesias:
Stª Maria, S.Pedro, Gaeiras, Amoreira, Olho Marinho, Vau, Usseira, A-dos-Negros e Sobral da Lagoa. 
área: 82,0 km2       população: 14 989 habitantes
feriado municipal:  6 de Stembro


     

 

localização: Óbidos beneficia de bons acessos rodoviários, como as auto-estradas (A8) entre Lisboa e Leiria e a (A15) para Santarém e é servida por caminho-de-ferro o turismo é um dos pontos fortes atraído pela beleza medieval e calma da vila. O concelho é fértil para a agricultura e fruticultura  sendo considerado  centro internacional da pera rocha.a

Situa-se apenas a cerca de cinco quilómetros da cidade de Caldas da Rainha, que outrora foi uma povoação de Óbidos. Hoje as duas tão próximas formam um mosaico de contraste e convivem em harmonia como se de uma única cidade se tratasse. Não há visitante das Caldas que não vá a Óbidos e não há visitante de Óbidos que não venha às Caldas. Os Caldenses levam sempre as suas visitas a tomar uma ginjinha em Óbidos dizendo com graça e orgulhosos, vamos até à nossa sala de visitas.

economia:

artesanato: produção de ginja (licor muito apreciado) licores diversos; olaria; verguinha em cerâmica; trabalhos em vime; latoaria pintada; tapeçaria em teares manuais; bordados

gastronomia: caldeirada de peixe da Lagoa; enguias fritas e ensopado de enguias; trouxas de ovos; alcaides; pasteis de Moura; óptimos vinhos, dos quais se destaca o vinho das Gaeiras; licores e ginja (famosa)

atracção turítica e Locais a Visitar:Toda a vila é um museu a ceu aberto. Os turistas percorrem as suas muralhas desfrutando de uma vista panorâmica maravilhosa. As suas ruas são turtuosas, mantendo o medieval, com comércio tradicional; as casas são típicas pintadas de branco com o azul e amarelo a contornar as janelas cheias de flores. Diversos bares que se estendem por subterrâneos  com ambientes aprazíveis; pousadas nedievais onde o visitante se sente "rei e senhor".

locais a visitar:   A porta da Vila com os seus azulejo, capela oratório com varanda, do sec XVII; Igreijas centenárias entre as quais: a Capela Nª Srª do Carmo que foi um templo romano dedicado a Jupiter;  a Igreija Matriz com azulejos do período barroco, fundada no período Visigodo e transformada em mesquita durante a ocupação árabe; Capela de S. Martinho, com o seu estilo medieval; O Santuário Sr. da Pedra de construção hexagonal do sec XVIII; O Convento de S. Miguel (Gaeiras) do Sec XVII; muitos solares antigos; museu; galeria de artes; biblioteca; . Nos arredores pode-se ver um aqueduto de aguas livres com 3 Km de cumprimento assente em arcos;  vestigios romanos, a destacar a antiga cidade de Eburobrittium; a lagoa de Óbidos onde se praticam desportos nauticos e se fazem piqueniques  e a praia DÉL-Rei com os melhores campos de golfe da Europa. 

 

Sites a consultar:

 www.cm-obidos.pt/

pt.wikipedia.org/wiki/Óbidos

www.7maravilhas.sapo.pt/

 www.portugalvirtual.pt/

www.oesteonline.pt/

    

 

HISTÓRIA: OBIDOS: vila de reis e rainhas

Foram encontrados, em Óbidos, vestígios de ocupação humana do neolítico

A fundação do Castelo data de 308 AC e a origem da vila remonta ao século I

Como região geoestratégica e fértil para a agricultura foi sempre cobiçada por povos que viveram na Península Ibérica

Do século I ao VII a cidade de Eburobrittium, prova a permanência romana.

Entre o século V e VIII, os visigodos são o povo dominante

Até ao século XII, os árabes marcaram presença com a reedificação do castelo.

Em 1148, D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, toma Óbidos aos Mouros

A vila de Óbidos guarda séculos de história entre as suas muralhas. Foi considerada em tempos a vila de reis e rainhas, local de preferência para descanso ou refúgio das desavenças da Corte.

Esta Vila guarda um vasto património de arquitectura religiosa e vestígios histórico e monumentais, e está classificado como Monumento Nacional e proposta para Património Mundial.

As suas muralhas têm sido devidamente conservadas e o seu património e fachadas dos edifícios preservados de forma a manter os traços típicos de uma cidade medieval.

 Artur Moura 14/02/2006 

 

   

 

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ALCOBAÇA

 

ALCOBAÇA, PATRIMÓNIO MUNDIAL (Unesco)

freguesias:Alcobaça,Alfeizerão,Aljubarrota(Prazeres),Aljubarrota(São Vicente)
Alpedriz,Bárrio,Benedita,Cela,Coz Évora de Alcobaça,Maiorga,Martingança,,
Moita,Montes,Pataias,São Martinho do Porto,Turquel,Vestiaria,Vimeiro
localização:

área: 408,0 km2  população: 54 980 habitantes
feriado municipal:  20 de Agosto

        

   

 

Caracteríticas: Situa-se entre o antemural da Serra dos Candeeiros e a costa atlântica,
a 42 metros de altitude e rodeada pelos rios de Alcoa e Baça, é uma região muito fértil para a agricultura e fruticultura e que atraíu desde eras remotas a fixação de populações conforme inúmeros vestigios.

Gastronomia:
Frango na Púcara, Cherne à Frei João,
Doçaria:
Delícias de Frei João, Pudim de Ovos dos Frades, Biscoitos, Broínhas de Alcobaça, Tachinhos à Dom Abade.
Bebidas Típicas: Ginja de Alcobaça.
Na Vila de Alfeizerão, o famoso Pão-de-Ló de Alfeizerão.
Em Aljubarrota os Pastéis da Padeira e Tortas de Aljubarrota.
Em Bárrio as Queijadas do Bárrio.

Artesanato: Olaria e cerâmica típica de Alcobaça, com fundo branco e decoração azul e
que reproduz antigas faianças portuguesas do séc. XVII.
cristais de Alcobaça,
lenços de chita para a cabeça ou para os ombros, estes conhecidos por "alcobaças"
panos de chita de Alcobaça, para decorações e estofos de requinte, 
tapeçarias ,
toalhas bordadas,
mantas de farrapos,
cestas de verga 
esteiras coloridas de junco de Cós

Locais a visitar:
Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça
ruínas do Castelo de Alcobaça fundado pelos Árabes
Arcos setecentistas de Cister que ligavam o antigo celeiro do mosteiro a outras dependências-
Igreja da Misericórdia edificada no séc. XVI e restaurada no séc. XIX.
O Museu Nacional do Vinho
o Museu de Alcobaça instalado no Mosteiro
a Casa Museu Vieira Natividade onde se expõe o espólio das explorações arqueológicas nas grutas pré-históricas do concelho.

Nos arredores:
Em Alfeizerão:
ruínas do Castelo de fundação árabe no séc. XI
pelourinho do séc. XVI
Em Aljubarrota:
a Rua Direita
Pelourinho e Casa da Câmara
Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres (séc. XIII) 
as grutas pré-históricas do Carvalhal de Aljubarrota
Em Alpedriz:
Pelourinho e Igreja Matriz
Em Cela Nova:
Pelourinho (séc. XVI) e Igreja de St.º André (1909)
Em Cela Velha:
monumento ao General Humberto Delgado
Em Cós:
Convento de Santa Maria fundado em 1279 e reconstruído no séc. XVIII
ermida de Santa Rita
Em Évora de Alcobaça:
a Capela do Senhor dos Passos (séc. XVI)
a Igreja de S. Tiago de fundação medieval
Em Maiorga:
Igreja de S. Lourenço fundada em 1543
o conjunto do séc. XVI composto pelo Pelourinho e portal da antiga Capela do Espírito Santo
Em Turquel:
 o Pelourinho 
Igreja de Nossa Sr.ª da Conceição (séc. XVI)
Em Vestiaria:
Igreja Matriz (séc. XVI).

 

Sites a consultar:

www.cm-alcobaca.pt/

www.anmp.pt/

www.oesteonline.pt/

alcobaca.no.sapo.pt/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcoba%C3%A7a_(Portugal)

mosteiro.alcobaca.pt/
www.7maravilhas.sapo.pt/

   

HISTÓRIA 

 Alcobaça nasceu de um castelo árabe a que se juntou, pouco tempo depois, o mosteiro cristão.
Cresceu pelos vales do Rio Alcoa e Baça onde se encontram muitos vestigios da presença romana e
visigótica.
O Mosteiro ou Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça,foi fundado em 1178 pela Ordem de Cister,
em cumprimento do voto de doação feito por D. Afonso Henriques quando da conquista de Santarém
aos mouros.
É a mais pura e majestosa Abadia que os monges de Cister ergueram em toda a Europa. Arte Europeia, do séc. XIII ao século XVIII.
Foi eleito pela UNESCO como monumento "Património Mundial"

   
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NAZARÉ

NAZARÉ, vila piscatória muito turística e com uma bela praia

localização:

sede do concelho: Nazaré

freguesias:Famalicão, Nazaré, Valado dos Frades

á rea:82,0 km2   

população 14 989 habitantes
feriado municipal em 8 de Setembro

 

   

 

Características: A Nazaré é Terra de lendas, milagres, tradição e cor
Junto à costa atlântica, esta terra de pescadores é famosa pela sua praia de vasto areal e pelas suas gentes muito hospitaleiras.
O casario branco recorda a memória ainda viva das mulheres vestidas de negro pela longa praia, ansiosas do regresso dos seus maridos e noivos da faina arriscada da pesca.
Até princípios do séc. XVII a Nazaré repartia-se entre o Sítio e o burgo medieval da Pederneira, onde os pescadores se abrigavam dos ataques dos piratas e da fúria do mar. 
A Pederneira foi na Idade Média um importante porto de mar, com o recuar do Mar as populações começaram a estabelecer-se mais junto à praia, onde se desenvolveu a Nazaré.
No alto do rochedo, O Sítio da Nazaré est á repleto de monumentos e é um miradouro priviligiado donde se vislumbra todo o casario típico da vila e sua linda praia como se de um postal ilustrado se tratasse.

Gastronomia:Sopa de Peixe, Caldeirada à Nazarena, Carapaus Enjoados, Carapaus Secos, Massa de Peixe, Arroz de Peixe, Arroz de Marisco, Sardinhas Assadas, Espetadas de Tamboril, Cherne, Robalo, Sargo Grelhado, Santola, Lagosta e o Lavagante ao Natural.
Doçarias: são famosos os Tá-Mares e os Nazarenos.

Artesanato: O Artesanato da Nazaré recria toda a beleza da vida desta terra e da sua tradição ligada ao mar: miniaturas de  barcos de pesca, bóias, redes, lanternas , canastras de vime e trajes típicos que se vestem em bonecos e bonecas.
Também se confeccionam roupas típicas e tradicionais em tamanho natural, chapéus de borla, chinelas, aventais de chita bordados á mão.
Em Famalicão (Quinta Nova) trabalha-se o vime que subsiste na arte de fazer peças de mobili á rio.
No Valado dos Frades fazem-se peças em cerâmicas e faianças.

A visitar:
Capela de Nossa Senhora dos Aflitos.
Elevador Mecânico (entre a Praia e o Sítio faz-se tradicionalmente num elevador mecânico)
No Sítio da Nazaré:
Largo de N.ª Sr.ª da Nazaré
Santu á rio
Museu Etnogr á fico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso,
Miradouro do Suberco
Ermida da Memória
Padrão de Vasco da Gama
Forte de S. Miguel Arcanjo (séc. XVII) 
 
Na Pederneira:
Pelourinho, 
Antigos Paços do Concelho (edifício seiscentista),
Igreja Matriz de Nossa Sr.ª das Areias (séc. XVI), 
Miradouro da Pederneira 
Igreja da Misericórdia (séc. XVII)
Á saída da povoação:
Fonte Setecentista 
Capela de N.ª Sr.ª dos Anjos (séc. XVI).
Nos Arredores:
O Templo Visigótico de S. Gião (séc. VII) com características únicas na Península Ibérica,
situada na Quinta de S. Guião em Famalicão
Serra da Pescaria e as praias.

Sites a consultar:

www.cm-nazare.pt /

www.oesteonline.pt /

www.oestediario.com /

www.freguesia-nazare.com /

www.camaranovanazare.mt.gov.br /

www.nazare.oestedigital.pt /

   

HISTÓRIA

Terra de pescadores desde o século XII, era chamada então de Seno Petronero , que significa Golfo da Pederneira.
O Rei D. Manuel I concedeu-lhe Foral em 1514.
Em 1912 passa a chamar-se Vila da Nazaré  ao conjunto urbano formado pelos núcleos populacionais da Praia, do Sítio e da Pederneira,
Foi no promontório do Sítio da Nazaré que surgiu o primeiro aglomerado populacional pela sua situação geográfica e defesa e pelo sentimento religioso das populações na crença no milagre de Nª Sra da Nazaré que atraía muitos romeiros e peregrinos.
No entanto é a Pederneira,  do Seculo XV / XVI, o principal núcleo de desenvolvimento pelo importante porto de mar e  um dos mais activos estaleiros navais do reino, de onde saíram muitas naus e
caravelas no auge dos descobrimentos portugueses.
Da sua população de pescadores foram recrutados muitos bravos marinheiros, destacando-se o mítico calafate e mareante Bastião Fernandes, que ter á sido marinheiro na Rota das Índias.
No século XVIII, por volta de 1760, chegou à Pederneira uma nova vaga de pescadores, oriundos de Ílhavo e da zona da Ria de Aveiro, que, trouxeram novas redes e a técnica de pesca de arrasto tornando a Nazaré num importante porto de pesca.
O progressivo afastamento do mar, e o assoreamento da enseada levou os habitantes a fixarem-se mais junto à praia dando origem a uma das mais pitorescas e turísticas cidades portuguesas.

Lenda da Nazaré:

 A Lenda da Nossa Senhora da Nazaré
 
Por Pedro Penteado - Mestre em História Moderna (*)
 
Durante séculos acreditou-se que o Santu á rio de Senhora de Nazaré tinha sido um dos mais antigos do país, fundado na sequência do milagre da Virgem ao cavaleiro D. Fuas Roupinho , em 1182. A narrativa que suportava esta convicção de milhares de peregrinos fornecia todos os pormenores: a imagem da Senhora tinha sido esculpida no Oriente por São José, na presença da Mãe de Cristo. Depois passou por v á rias vicissitudes até chegar ao Mosteiro de Cauliana , em Mérida. Com a derrota dos cristãos em Guadalete , o rei godo D. Rodrigo refugiou-se no mosteiro. Perante o avanço islâmico, o Rei e Frei Romano, um dos monges ali residentes, decidiram partir para lugar seguro, levando consigo a pequena imagem mariana e um cofre com caixa com relíquias e um relato das circunstâncias da fuga. Chegaram em Novembro de 714 ao Monte de São Bartolomeu, nas proximidades da actual Nazaré. O monarca e o monge separaram-se tendo o primeiro permanecido no local e o segundo levado o ícone e as relíquias para um monte vizinho. Aí Frei Romano para se abrigar construiu um pequeno nicho entre os rochedos. Com a partida de D. Rodrigo para o norte, a imagem ficou esquecida na pequena lapa construída pelo monge, no actual promontório do Sítio (Nazaré).
Apenas no século XII seria descoberta por D. Fuas Roupinho que a venerava sempre que ali se dirigia para os prazeres da caça. A 14 de Setembro de 1182, um dia de névoa, o cavaleiro teria sido atraído por um veado em direcção ao abismo do promontório. No momento em que o cavalo chegava ao extremo do rochedo, prestes a lançar-se no precipício, D. Fuas teria evoca a Virgem, lembrando a sua Imagem depositada ali próximo. Imediatamente o cavalo estacou a sua marcha e por milagre D. Fuas salvou-se. Em sinal de agradecimento o cavaleiro, alcaide de Porto de Mós e almirante de D. Afonso Henriques doou aquele território à Senhora da Nazaré e mandou ali edificar uma ermida. Atraídos pela fama do milagre vieram os primeiros romeiros, entre os quais o primeiro rei português e os principais nobres da sua corte.
Esta versão do passado do santu á rio foi contada a primeira vez nos finais do século XVI, pelo cronista Frei Bernardo de Brito, monge Bernardo de Alcobaça. O relato assentava na carta de doação do Sítio por D. Fuas Roupinho , que o cronista teria descoberto no seu Mosteiro e viria a publicar na obra Monarquia Lusitana. Mas a intervenção de Frei Bernardo de Brito não se ficou por aqui. Cerca de 1600, na sequência de um voto pessoal, deslocou-se ao santu á rio e, com a ajuda de alguns devotos da Senhora, mandou desentulhar a gruta subterrânea para ali fazer uma capela. Por fim, colocou nela um letreiro em que registava a estória ” da Sagrada Imagem. Desta forma, o cronista não só alargava o espaço de culto como procedia a alterações da memória histórica, pois pela primeira vez a Virgem da Nazaré era associada a D. Fuas Roupinho .
 
A divulgação da narrativa do milagre trouxe um aumento de peregrinos ao pequeno templo do Sítio, contribuindo para o crescimento do povoado e para a multiplicação do número de milagres atribuídos à Virgem da Nazaré, com o consequente acréscimo da quantidade de oferendas dos fiéis. Por outro lado, esteve na origem de novas pr á ticas devocionais, pois cada vez mais romeiros procuravam ver a marca da pata do cavalo gravada na rocha do promontório. Outros levavam consigo pedaços de terra da gruta onde a imagem da Senhora estivera escondida durante séculos.
V á rios factores contribuíram para a r á pida aceitação da narrativa por parte dos devotos. Entre eles contam-se o prestígio do mosteiro de Alcobaça enquanto guardião de alguns dos mais antigos manuscritos do Reino, a possibilidade de comprovar as afirmações do monge através de vestígios concretos, a cor escura da imagem que por si só confirmava a antiguidade da mesma, o enquadramento da lenda dentro dos esquemas das narrativas cavaleirescas e de origem dos santu á rios, ou ainda o facto da lenda ir ao encontro das necessidades de maravilhoso sentidas pelos devotos e transportar consigo uma carga simbólica apreci á vel (cf. dicotomia fiel/infiel, bem/mal, salvação/perdição, cosmos/caos, etc.).
Existem contudo, outros factores que devem ser tidos em linha de conta para compreender a incorporação desta narrativa na memória colectiva dos portugueses.
Em primeiro lugar, a sua transmissão por meios diversificados e de grande capacidade difusora. Assim, ao sucesso da oralidade dos primeiros anos, que comportou alterações da versão mon á stica, correspondeu uma extraordin á ria divulgação por meios impressos a partir da década de 1620. No final do século XVII, a lenda da Senhora da Nazaré tinha j á sido publicada em mais de uma dezena de obras, em língua portuguesa e espanhola. Não esqueçamos ainda a sua divulgação por meios iconogr á ficos. A Senhora, que até ali era vista como uma Virgem do Leite, passou a ser constantemente representada na cena do milagre do cavaleiro. Esta imagética foi levada ao extremo através da sua permanente inclusão em ret á bulos, bandeiras, círios, medalhas, medidas e registos e outros objectos de grande capacidade evocativa.
A estratégia resultou em pleno, sobretudo a partir de meados do século XVII, quando os registos iconogr á ficos foram legitimados pela associação da her á ldica da Casa Real portuguesa. Um outro aspecto propiciatório foi, obviamente, o conjunto das peregrinações ao santu á rio, que serviu como factor de actualização, comemoração e evocação cíclica do milagre. Por último, talvez o factor mais interessante tenha sido a capacidade de silenciamento das memórias concorrentes do santu á rio. Logo na primeira metade do século XVII se começou a desenhar uma certa contestação à sua memória histórica, por parte do Mosteiro de Alcobaça, uma vez que esta anulava os direitos senhoriais dos bernardos sobre o Sítio. Contudo, a intervenção da Coroa, salvaguardando os direitos jurisdicionais da Confraria da Senhora e do Rei sobre o local, veio reforçar a autenticidade atribuída à pressuposta doação de D. Fuas e ao seu conteúdo.
Hoje, sabe-se que o documento da Doação de D. Fuas , que nunca foi encontrado, não tem qualquer fundamento histórico. Não existe nenhum manuscrito coevo que confirme a existência daquele cavaleiro. A imagem da Senhora, trabalho de oficina regional datado dos séculos XIV – XV, também não permite aceitar, sem reservas, a historicidade duma das mais belas lendas portuguesas.

In A construção da memória nos centros de peregrinação, Communio .

(*) Pedro Penteado – Mestre em História Moderna. Técnico Superior dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Respons á vel pelo tratamento documental do arquivo histórico da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré.
Lenda de Vasco da Gama:
De acordo com a tradição o bravo navegador, antes de embarcar à descoberta do caminho marítimo para a Índia, veio como peregrino à Senhora da Nazaré. Aqui, invocou a Sua protecção e trocou a grossa corrente de ouro que trazia, pelo colar de contas da Virgem. Dizem que à passagem do Cabo das Tormentas se levantou um grande temporal pondo em perigo barcos e homens, então o Almirante atirou o colar da Senhora às á guas, que logo se acalmaram.
Após o regresso a Portugal, veio novamente D. Vasco da Gama ao Sítio da Nazaré, como romeiro, agradecer à Virgem as graças recebidas, oferecendo-lhe um precioso manto.

    
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RIO MAIOR

 

 

RIO MAIOR, vila das conhecidas e famosas minas de sal gema

localização:
freguesias:Alcobertas Arrouquelas Arruda dos Pisões   Asseiceira Assentiz  Azambujeira Fráguas   Malaqueijo Marmeleira Outeiro da Cortiçada Ribeira de São João Rio Maior São João da Ribeira  São Sebastião
área: 273,0 km2  população:21 524 habitantes
sede do concelho
feriado municipal em 6 de Novembro

 

   

   

Características: Delimitado a Norte pela Serra dos Candeeiros, possuindo a Sul planícies típicas da paisagem ribatejana, é uma Importante região agrícola e industrial e centro de extracção de sal que remonta aos tempos da nacionalidade. Nas marinhas de sal pode observar-se a labuta da extracção conservando ainda todos os aspectos de antigamente.

Gastronomia: Bife de novilho, Galinha com nozes e vinhos de óptima qualidade.
Doces: Pão-de-ló.

Locais a visitar:
Igreja Paroquial (séc. XVII);
Igreja da Misericórdia (séc. XVI);
ruínas do Castelo;
Biblioteca-Museu; parques e jardins;
Fontanário do séc. XVIII,
Caves de Vinho.
Nos arredores:
A serra dos Candeeiros,
As Salinas e suas casas típicas.
 No lugar de Alcobertas:
Igreja Matriz (séc. XIV-XVIII),
Anta (Paleolítico);
no lugar de Azambujeira:
Pelourinho 
Igreja Matriz (séc. XVII). A serra dos Candeeiros, as Salinas e suas casas típicas.

Festas:
Feira anual da Cebola
Feira das Tasquinhas 
semana Gastronómica.

sites a visitar:

www.cm-riomaior.pt/

www.anmp.pt/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Maior

www.riomaior-cidadeviva.com/

 

Ao longo das salinas encontramos um conjunto de rústicas casinhas de madeira que actualmente servem de residência de férias,  de comércio artesanal e de atracção turística, onde se pode adquirir o sal produzido neste local.

 
   

HISTÓRIA SOBRE RIO MAIOR

Artefactos de diferentes períodos da pré-história, com destaque para o paleolítico superior (25.000 b.p. – Vale de Óbidos) e neolítico
(5.000 b.p. – Anta de Alcobertas) e também as presenças romana e
árabe, testemunham que estas terras são há muito atractiva quer pela produção de cereais quer pela exploração mineira, muito em especial a de sal-gema, (7 vezes mais salgado do que a água do mar) unicas existentes em Portugal. O sal provém de uma mina de sal-gema, muito extensa e profunda que é atravessada por uma corrente de água subterrânea.
Desde há 8 séculos que o sal é explorado em tanques de diversas formas que, na Primavera, depois de cheios com a água salgada, originam verdadeiras pirâmides de sal.
A Villa Romana, implantada à beira do rio no início do séc. III, constitui o núcleo a partir do qual se estrutura a aldeia, a vila e hoje cidade de Rio Maior. 
A presença moçárabe, mais nítida nos Silos e Forno Cerâmico, na freguesia de Alcobertas,
espelha a  ligação e o interesse desta civilizações na região.

Com a fundação de Portugal a  região é disputada por vários poderes, desde a Ordem Militar dos Templários (1146) à Ordem Monástica de Alcobaça (1153) passando pela autoridade Régia e em 1836, foi institucionalizado o Concelho de Rio Maior.


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PENICHE

 

PENICHE, cidade pescatória da boa sardinha 

freguesias: Atouguia da Baleia,Ferrel,Ajuda,Conceição,São Pedro,Serra d'El-Rei
area:78,0 km2   população: 27 946 habitantes
sede: cidade de Peniche
feriado municipal  na 2ª feira a seguir ao 1º Domingo de Agosto

 

   

 

 

características: Este concelho deve agradecer à Natureza a beleza e o contraste de uma paisagem de terras férteis para a agricultura, de umas praias atractivas e de um mar que lhe proporcionou ser um dos principais portos de pesca do país, com as Berlengas no horizonte a desafiar à aventura.

A cidade de Peniche não é apenas um importante Porto de Pesca, está rodeada  de grandes extensões de praias, quer do lado Sul quer até ao Baleal, e uma Marina  com numerosas empresas de desportos nauticos que têm nas Berlengas um santuário de pesca e de mergulho.

economia: pesca. congelação e transformação de pescado. conservas

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

gastronomia: Variadíssimos pratos de peixes, em especial os grelhados de Robalo, Goraz, Pargo ou Sardinha; o polvo cozido e ainda a deliciosa  Caldeirada "À Pescador"

doçaria: Os pasteis de peniche são uma delicia que qualquer viajante não resiste de os levar para presentear amigos e familiares

locais a visitar:

Forte de Peniche

Muralhas de Peniche

Museu Municipal

Fonte do Rosário

Gruta da Furninha: Estação arqueológica do Paleolítico Médio

Igreja Nª Srª  dos Remédios

Igreja de S. Pedro

Igreja da Misericórdia

Ilhas Berlengas

Reserva Natural das Berlengas

Forte S. João Baptista nas Berlengas

Touril na Atouguia da Baleia

Igreja S. Leonardo

Fonte Gótica de N. Sra da Conceição

Forte da Consolação

 

Sites a Visitar

www.cm-peniche.pt/

www.peniche.oestedigital.pt/

www.oesteonline.pt/

www.frenteoeste.com/

 

   


HISTÓRIA SOBRE PENICHE

Peniche possui uma rica e longa Hisória, tendo o seu território sido sucessivamente ocupado por populações que, ontem como hoje, fizeram da pesca e da agricultura as suas principais actividades económicas.

O nome de Peniche parece derivar da palavra latina península.

Desde cedo que esta região parece ter desempenhado o interesse das comunidades paleolítica de caçadores-recolectores que perante a diversidade dos recursos aqui se terão fixado..

Conta inúmeras estações arqueológicas pré-históricas.

Durante a época Romana assiste-se à consolidação de uma economia assente no cultivo das férteis terras aluviais contíguas ao Rio de S. Domingues e a Ribeira de Ferrel, e na exploração dos recursos marinhos.

A então ilha de Peniche assentaria a sua actividade económica na pesca e na conserva de pescado, actividades que volvidos dois mil anos continua a laborar nesta terra piscatória.

A Ilha da Berlenga, hoje reserva natural, viu na antiguidade as suas águas abrigadas serem fundeadas por embarcações romanas.

As fontes Históricas falam de uma ilha de Peniche, integrada na esfera económica e administrativa da importante vila da Atouguia da Baleia.A esta localidade outrora chegava o mar. Hoje situada no interior, a alguma distância do mar, conheceu durante a Idade Média um grande desemvolvimento económico, mercê do seu porto, considerado no tempo de D. Dinis um dos portos mais importantes do reino.. Este florescimento económico possibilitado por uma rentável actividade piscatória, assente na captura de espécies como a baleia permitiu a autonomia administrativa deste território face à vizinha e influente povoação de Óbidos. Esta autonomia é concretizada em 1158 quando D. Afonso Henriques concede o foral a Guilherme de Cornes, cruzado Franco que terá servido o rei na tomada de Lisboa.

Durante o século Xv assistiu-se ao longo processo de assoreamento do porto da Atouguia da Baleia, motivando as populações piscatórias para a pequena povoação de Peniche.. A partir desse período , assiste-se ao desenvolvimento de Peniche, elevada em 1609 à categoria de Vila e sede de Concelho.

Também contribuiu para maior importância da Vila a edificação faseada de um sólido sistema defensivo, iniciado por D. Luis de Ataíde, conde da Atouguia e Vice-Rei da India. Esta fortificação inibia os frequentes ataques de piratas e impossibilitava desembarques hostis.

Durante a chamada época contemporânea (sé. XIX-XX) assiste-se à consolidação  no concelho de Peniche de uma estrutura económica e social assente na exploração de recursos agrícolas e numa intensa actividade piscatória com forte desenvolvimento de industrias de conserva e de congelação. 

   
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BOMBARRAL

BOMBARRAL, terras de vinhos e da Pera Rocha 

freguesias: Bombarral, Carvalhal,  Pó, Roliça, Vale Covo
area: 91,0 km2       população: 13 630 habitantes
localização: A cerca de 60 km a norte de Lisboa e cerca de 20 km a Sul de Caldas da Rainha, servida pela auto estrada A8  
sede do concelho: Vila do Bombarral
feriado municipal: 29 de Junho

   

 

  

economia: situada numa região fértil para a agricultura e com clima ameno, a sua produtividade agrícola e frutícola é excelente, salientando-se a produção em larga escala de bons vinhos e da conceituada pêra rocha.

Em  Abril faz-se a semana da gastronomia; em Julho  o festival do vinho português; e em Agosto a Feira Nacional da Pêra Rocha com mostras de artesanato e doçaria regional e em Setembro/Outubro o Festival da Música.

gastronomia: cabrito assado, os mimosos e óptimos vinhos

Doçaria: Os doces de frutas remontam nesta região a tempos antigos,  pela fartura de fruta e conservá-la para o inverno. Variando-se receitas e ingredientes foram-se confecionando compotas, doces e geleias com frutas frescas e secas. Hoje, e porque a região é das mais produtivas do mundo, de pêra rocha, também seconfecionam  as Delícias de pêra rocha; o bolo de chocolate com pêra rocha; e trate de pera rocha assim como doces e licores.

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; loiças artísticas (cópis do sec XVI a XIX, azulejaria, encadernação, cestaria e trabalhos em vime, madeira e arame. 

locais a visitar:

Mata Municipal

Museu Municipal do Bombarral ( arqueologia e escultura)

Aldeia do Carvalhal

Santuário do Sr Jesus do Carvalhal

Serra do Picoto à Varzea de S. Mamede

Igreja Madre Deus (sec.XVII)

Ermida de S. Brás (sec XV)

Palácio dos Gojões(sec. XVI)

Anfitiatro Cultural

Igreja do Santíssimo Sacramento (sec XVIII)

Torre do Lafetal (séc. XII)

Solar dos Lourinhos

Igreja Matriz da Roliça

Festas anuais:

Festival do vinho

Festival da música

Feira da Pera Rocha

Semana da gastronomia

 

Sites a visitar:

www.cm-bombarral.pt/

www.bomportal.com/

www.anmp.pt/

www.oesteonline.pt/

www.jornalregional.com/

 


   

HISTÓRIA SOBRE O BOMBARRAL:

Existem aqui vestígios de fixação humana desde os primórdios da pré-história como exempificam: a Gruta Nova, a Lapa do Suão, bem como a fortificação Neolítica da Columbeira e o Castro de S. Mamede, entre outros.

Embora fazendo parte de Óbidos, D. Afonso Henriques, em 1153, doou aos Monges de Cister toda esta zona muito féril em agricultura.

No passado aqui pernoitaram muitos reis de Portugal nas suas viagens pelo País e também D. João I de Castela.

Em 17 de Agosto de 1808, Bombarral foi palco da vitcória na Batalha da Roliça contra as tropas Napoleónicas.

A criação do Concelho remonta a 29/6/1914.

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CADAVAL

CADAVALE, terra dos bons vinhos seculares 

sede do concelho: Vila do Cadaval

freguesias: Alguber, Cadaval, Cercal, Figueiros, Lamas, Chão do Sapo, Painho, Peral, Pêro Moniz, Vermelha, Vila
area: 175,0 km2      população: 14 254 habitantes
localização: situa-se a 70 km a Norte de Lisboa
feriado municipal:  13 de Janeiro


 

 

características: A sua paisagem caracteriza-se por extensas vinhas, pomares, mancha florestal e a magestosa Serra de Montejunto. economia: A produção de Pêra Rocha  e vinhos são imagens de marca 

gastronomia: variada

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

locais a visitar:

Serra do Montejunto

Ermida da Nossa Senhora das Neves

Real Fábrica de Gelo

Moinhos de Vento

Igreja Matriz do Cadaval

Museu Municipal onde pode ver a evolução do território desde os tempos mais antigos até aos mais recentes num percurso que abrange a Paleontologia, a Arqueologia, a História e o Património Cultural do Concelho do Cadaval. No átrio da entrada podem-se ver alguns fósseis de animais invertebrados e de dinaussauros.

Na sala de Arquiologia estão expostos materiais pré-históricos das grutas e dos povoados da Serra do Montejunto com destaque para as peças metálicas das Idades do Cobre e do Bronze. Também da ocupação romana observam-se objectos de diversos locais do Concelho e no exterior as colunas romanas em pedra recolhidas na vila romana de Borgigas.

Património: A fábrica de gelo da Serra do Montejunto está classificada como Monumento Nacional.

Sites a consultar:

www.cm-cadaval.pt/
www.anmp.pt
www.cadaval.oestedigital.pt/
www.oesteonline.pt/
www.cadaval.org/museu/

 



HISTÓRIA SOBRE O CADAVAL

Os vestígios da presença humana remontam à pré-história, tendo sido localizado um povoado fortificado na Serra de Montejunto, em Pragança.

O Concelho foi criado em 1371 pelo Rei D. Fernando, beneficiando ainda de novos privilégios concedidos pelo Rei D. Manuel I no foral de 1513.

D. João IV, ao consumar a independência de Portugal relativamente a Castela, elevou Cadaval a Ducado, dando origem a uma das mais sólidas casas nobres do País.

Em 1895 o Concelho do Cadaval foi extinto mas imediatamente restaurado três anos depois.  Tal acontecimento marcou  o feriado municipal do Concelho a 13 de Janeiro.

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LOURINHÃ

LOURINHÃ , rota dos dinaussauros

freguesias: Atalaia,Lourinhã,Marteleira,Miragaia,Moita dos Ferreiros,Moledo ,  
Reguengo Grande,Ribamar,Sta Bárbara,S . Bartolomeu dos Galegos,Vimeiro
area : 147,0 km2   população: 24 282 habitantes
feriado municipal em 24 de Junho S. JOÃO

     

.

Localização e geografia:: O Conselho da Lourinhã situa-se a 65 km a norte de Lisboa inserido na Estremadura Portuguesa. Ocupa uma área de 147 km2 e tem cerca de 12 km de costa atlântica onde se destacam boas praias de areal e rochas muito frequentadas por turistas nacionais e estrangeiros.

gastronomia: Abundam os peixes e os mariscos com referência para as caldeiradas e para a famosa lagosta suada. Destacam-se ainda os ensopados de borrego, o cabrito, o sarrabulho e diversos pratos de bacalhau e como petiscos, os caracóis, o peixe seco com batata cozida e o meixão .

Na doçaria regional há a destacar  o doce Areia Branca, o pão de ló de Miragaia, peninsulares do Vimeiro, os doces amendoados e as delícias do Convento e de Paimogo .

Da produção vinícola, para além das boas castas aromáticas e de bom vinho, há a destacar a aguardente "Lourinhã", com Denominação de Origem Controlada.

obs : A Lourinhã é a única Região Demarcada de Aguardente Vínica de Qualidade, em Portugal.

Artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

Locais a visitar:

Igreja do Castelo: Igreja gótica do século XVI composta por três naves estando a central separada das colatrais por quatro arcos laterais ogivais. Uma rosária encima a porta principal e o óculo da parede onde se abre o arco triunfal. No seu interior a decoração dos capitéis é notável.

Covento de St. António. O Claustro é de forma rectangular, de dois pisos, sendo o superior sustentado em toda a volta por colunas estilo toscano, tendo pilares nos quatro ângulos. As paredes do piso inferior estão revestidas em toda a volta por um lambril de azulejos do séc. XVIII. O frontal do altar e as paredes laterais estão cobertas de azulejos, sendo as laterais com senas da vida de Santo António; do lado direito a Pregação aos Peixes e do lado esquerdo o Milagre da Mula.

Misericórdia. edifício fundado no séc. XVÍ é constituído no entanto por três contruções distintas e de três diversas épocas e estilos destacando-se um belo portal manuelino. Na sala do Despacho encontram-se pinturas do período manuelino, destacando-se os painéis de São João Baptista e São João Evangelista, atribuídos ao Mestre da Lourinhã, que os terá pintado, em 1512 e 1517, para o Mosteiro das Berlengas.

Museu da Lourinhã, fundado em 1984 pertence ao Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã. É constituído pelo diverso espólio oriundo de dádivas da população e de trabalhos de prospecção e escavações. Destaca-se a existência de ovos com embriões de Terópode de Jurássico Superior, únicos no mundo.

Museu Rural, inaugurado em 1989 apresenta uma colecção de objectos agrícolas e dicersos artigos ligados à etnografia do Concelho.

Padrão Da Batalha do Vimeiro, datado de 1908 nas comemorações do 1º centenário da Batalha contra os invasores Napoleónicos.   Com uma altura de 4,5 m, simboliza o agradecimento ao serviço prestado pelas tropas inglêsas na referida batalha.

Fonte de Paimogo, construído em 1974  nas arribas da praia de Paimogo, para impedir eventuais desembarques de tropas inimigas naquele local de fácil acesso.

Moinhos de Vento de Pinhôa . Siiuado numa elevação da freguesia de Moita dos Ferreiros, a 9 km da Lourinhã, este conjunto de moinhos de vento permite desfrutar de uma bela paisagem de campos cultivados e arvoredo.  A transformação de um dos moinhos em bar de apoio com esplanada e a existência no local de fornos tradicionais de pão tornou o conjunto ainda mais  atractivo

Parque Natural de Fonte de Lima. Inaugurado em 26-9-1999, este parque foi construído em torno de uma fonte natural e com uma área  verdejante de 10.000 m2  entre campo, lagos e cascatas. Tem parque de merendas, parque infantil e um conjunto de outros equipamentos constituindo um agradável espaço de lazer e repouso..

 

Sites a consultar:

www.cm-lourinha.pt/
www.cm-lourinha.pt/turismo/
www.alvorada.pt/
www.anmp.pt
www.rcl99.fm/

    

HISTÓRIA SOBRE A LOURINHÃ:

O surgimento do nome Lourinhã está, segundo algumas versões ligado à existência de uma povoação romana chamada Louriana, no entanto, também há uma versão do nome  ter derivado de Lourient  evoluindo para Louran e mais tarde Lourinhã. Esta versão a  aceitável é a de D. Afonso Henriques ter concedido as terras hoje conhecidas por Lourinhã  ao fidalgo francês D. Jordan, natural de Lourient,  pelos valorosos serviços prestados por este na conquista de Lisboa aos mouros.

O primeiro foral foi atribuído por D. Jordan em 1160, tendo sido confirmado por D. Sancho I em 1218 e por D. Afonso III em 1251. Um novo foral foi concedido por D. Manuel I, em 1512.

No seu património histórico, arqueológico e artístico salientam-se:

a Igreja  Gótica de Sta Maria da Anunciação, situada no castelo, contruída e meados do séc. XIV e classificada como Monumento Nacional (Decreto 8218 de 29/6/1922);

a Misericórdia e sua Igreja, fundado em 1586 por alvará de Filipe II;

o Convento e a Igreja de S. António, classificado como Monumento Nacional, foi fundado em 1598, pertenceu à ordem Franciscana.

o Forte de Paimongo, classificado como Imóvel de Interesse  Público, foi construído em 1674  sobre as arribas da Praia de Paimongo para defesa contra eventual desembarque de tropas inimigas naquele local de fácil acesso

o monumento comemorativo da batalha do Vimeiro, classificado como Imóvel de Interesse Público, edificado em 21-8-1908 e inaugurado por D. Manuel II, no local onde se travou a batalha  entre o exército Napoleónico, comandado pelo general Junot, o qual sofreu uma pesada derrota pelas tropas portuguesas auxiliadas por algumas tropas inglesas, comandadas pelo general Wellesley.

   
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TORRES VEDRAS

 

TORRES VEDRA, um concelho em franco progresso e uma cidade em crescimento

sede: cidade de Torres Vedras

freguesias: A dos Cunhados, Campelos, Carmões, Carvoeira, Dois Portos, Freiria, Maceira, Matacães, Maxial, Monte Redondo, Outeiro da Cabeça, Ponte do Rol, Ramalhal, Runa, São Pedro da Cadeira, Silveira, São Pedro e Santiago

area: 407,0 km2  população:  74 839 habitantes

                                        feriado municipal em 11 de Novembro

 

    

 

localização: servida pela A8, o concelho localiza-se numa das mais belas zonas do oeste. A cidade sede dista a 40 km a norte de Lisboa e a 15 do litoral.

características: região essencialmente vinícola e conta com 20 km de orla atlântica com belas prais e areal de grande beleza natural.
economia:

gastronomia: variada

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

locais a visitar:

Castelo de Torres Vedras

Forte de S. Vicente e as Linhas de Torres

Chafariz dos Canos

Igreja de Sta Maria do Castelo

Igreja de S. Pedro

Convento de St. António do Varatojo

Palãcio de D. Maria Francisca Benedita

Termas do Vimeiro

Termas do Cuco

Sites a consultar:

www.cm-tvedras.pt/
www.am-oeste.pt/
www.anmp.pt/
www.oesteonline.pt/regiao/
www.flickr.com/photos/vitor107/sets/1419723/
www.oesteonline.pt/regiao/torresvedras.asp
www.carnavaldetorres.com/
www.torresnoticias.com/
www.forumcultural.org/
www.arquivodetorresvedras.net/

 

    

HISTÓRIA SOBRE TORRES VEDRAS

Existem neste Concelho vestígios concretos da presença humana desde tempos bastante recuados.

Segundo alguns autores,, partir do séc. XII  da sua conquista aos Mouros por D. Afonso Henriques, este cria o Concelho de Torres Vedras, embora o foral date de 1250, no tempo do Rei D. Afonso III e reformado posteriormente pelo Rei D. Manuel, em 1510.

Torres Vedras foi cenário de acontecimentos memoráveis. Foi aqui que se reuniu o Rei D. João I com seu Concelho, em 1413, deliberando a realização de uma expedição a Ceuta (Norte de África) e o que viria a ser o inicio da expansão marítima Portuguesa.

Foi também aqui em Torres Vedras  que se deu a derradeira derrota das tropas napoleónicas que marchavam sobre Lisboa. (1808/1819).

Depois de vencidos nas batalhas do Vimeiro e da Roliça o invasor seria finalmente vencido pelo estratégico complexo defensivo conhecido por LINHAS DE TORRES VEDRAS, que eram um complexo de fortificações. O forte de S. Vicente, situado num dos cimos de um dos mais altos montes que cercam o vale onde hoje está implantada a cidade, é um precioso testemunho.

   
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ARRUDA DOS VINHOS

ARRUDA DOS VINHOS: um dos mais antigos concelhos do País

localização: situa-se a cerca de 30 km a Norte de Lisboa

sede: Arruda dos Vinhos
freguesias:
Arranhó, Arruda dos Vinhos,Cardosas,Santiago dos Velhos
área de 78,0 km2 população: 10 911 habitantes
feriado municipal em 25 de Maio

   

 

 

características: A beleza e a originalidade da paisagem faz lembrar "umamanta de retalhos"  e é sem dúvida um dos grandes atractivos deste Concelho.

economia:

gastronomia: variada

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

locais a visitar:

Igreja Matriz na Senhora da Salvação

Chafariz Pombalino

Fortificação das Linhas de Torres

Miradouro da Giesteira

Niradouro das Cardosas

Moinho do Custódio

Sites a consultar:

www.cm-arruda.pt/
www.am-oeste.pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arruda_dos_Vinhos
www.anmp.pt/
www.oesteonline.pt/regiao/
http://www.flickr.com/photos/vitor107/sets/1419700/

   

HISTÓRIA 

Arruda dos Vinhos é um dos mais antigos Concelhos do País. Foi doado a ordem de S.Tiago por D. Afonso Henriques em 1172.

Em 15 de Janeiro de 1517, recebeu foral do Rei D. Manuel I.

D. Manuel I fugindo con a corte de um surto de peste que tinha assolado Lisboa, veio instalar-se em Arruda.  Cono agradecimento a Nossa Senhora, mudou a invocação de Santa Maria de Arruda para Nossa Senhora da Salvação, mandando erguer um templo em sua honra que é hoje a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Salvação..

A reedificação desta Igreja terá ocorrido por volta de 1531, já no reinado de D. João III, donde se salienta o Portal Manuelino.

O marco histórico do concelho diz respeito ao seu contributo na estratégia defensiva das invasões Francesas, situando-se na área do Concelho dois fortes que fazem parte da segunda Linha das Linhas de Torres Vedras.

   
 
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ALENQUER

ALENQUER é uma vila conhecida pela "Vila do Presépio" por ficar numa encosta ao redor de um velho castelo
localização:concelho a norte de Lisboa limitado entre o rio Tejo a este e a Serra do Montejunto a Norte
freguesias: Abrigada, Aldeia Galega da Merceana, Aldeia Gavinha, Sto Estêvão,Triana, Cabanas de Torres, Cadafais, Carnota, Carregado, Meca, Olhalvo, Ota,Pereiro de Palhacana, Ribafria, Ventosa, Vila Verde dos Francos
área: 292,0 km2  população: 59 798 habitantes 
sede do concelho : Alenquer
feriado municipal em 25 de Maio

 

   

 

Características: Alenquer fica situado entre a região do Vale do Tejo e o Litoral Oeste, onde abundam velhas quintas e solares, com campos verdes cobertos de vinhedos. A Vila de Alenquer parece um anfiteatro, a disposição das casas descem a encosta até ao rio dando a impressão de um presépio em ponto grande.="#0000ff">

economia:

gastronomia: variada

artesanato: mármores decorativos; Cantaria; loiças de barro; cestaria

locais a visitar:

Rota dos Moinhos

Rota das Igrejas

Basília de Santa Quitéria de Meca

Fonte Gótica

Ruinas do Castelo Medieval

Convento de S. Francisco

Museu João Mário

Museu Hipólito Cabaço

Sites a consultar:

www.cm-alenquer.pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alenquer
www.anmp.pt/
www.jornalalenquer.com/
www.alenquer.oestedigital.pt/
www.alenquermais.web.pt/
www.radioalenquer.com/
www.am-oeste.pt/

 

 

HISTÓRIA SOBRE ALENQUER:

Alenquer foi conquistada aos Mouros por D.Afonso Henriques  no dia de S. João, em 1148 e data do séc. XII a carta de foral.

No reinado do Rei D. Sancho I , a Vila de Alenquer foi doada à Infanta D. Sancha passando desde então a ser considerada pertença da Casa das Rainhas.

Durante a crise de 1383/1385, a Rainha D. Leonor Teles aqui se refugia após a morte do Conde de Andeiro, facto que, segundo a crónica de Fernão Lopes, leva D. João I a intervir de modo severo destruindo os cunhais da torre de menagem do Castelo.

Nos séc. XVI e XVII nasceram ou viveram em Alenquer personagens ilustres como o cronista Gamião de Góis, o navegador Pêro de Alenquer, o vice-Rei da Índia Afonso de Albuquerque, o poeta Luís de Camões,e o aventureiro Salvador Ribeiro de Sousa, que foi rei de Pegú ( actual Birmânia) e que está sepultado nos claustros do oratóriode Santa Catarina, em Alenquer. Também o Prior do Crato encontrou acolhimento na Vila durante a ocupação de Portugal por parte dos Filipes de Espanha.

publicado por Arth-wr Limma às 20:37
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SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

clic em Sobral de Monte Agraço para ver o site da autarquiaSOBRAL DE MONTE AGRAÇO: um pequeno concelho mas grande em História. 

freguesias: Santo Quintino; Sapataria; Sobral de Monte Agraço
área: 52,0 km2  população: 9 555 habitantes
localização: situada a 35 Km a Norte de Lisboa
sede de concelho:  Vila de Sobral de M.Agraço
feriado municipal em 25 de Maio       

 

  

 

caracterização:

economia: agrícola, sendo um importante região de produção vinícola

artesanato: azulejaria artística, bonecos de trapo, latoaria, cutelaria, cestos de vime.

gastronomia: variada com bons vinhos brancos e tintos e os tradicionais queijinhos frescos e bolos de perna.

locais a visita: miradouros:

Forte Grande de Montagraço (Forte de Alqueidão) do séc. XIX

Moinho do Céu, Moinho do Sobral

Igreja de N.ª S.ª da Vida do séc. XVIII

Igreja de Santo Quintino do séc. XVI 

Igreja de N.ª S.ª da Purificação do séc. XVI

Capela de N.ª S.ª da Luz do séc. XVIII  

Sitio Medieval do Salvador do séc. XII

Praça Pombalina

Sites a consultar

 www.cm-sobral-monte-agraco.pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sobral_de_Monte_Agra%C3%A7o
www.anmp.pt/
www.oesteonline.pt/

   

 

HISTÓRIA

0 nome terá evoluído de "Montagraço" pequena povoação que existia próximo da actual vila.

Sobral de Monte Agraço, sendo pequeno Concelho quer em área geográfica quer em população te, contudo, uma longa e rica história. cujos documentos que reportam ao tempo do Rei D. Sancho I, em 1186 ao foral Manuelinode 20 de Dezembro de 1518.

Em 1386 D. João I dá-lhe "carta de Privilégio" em recompensa pelo papel desempenhado quando cerco das tropas Napoleónicas a Lisboa. Situa-se na área do Concelho vários fortes que fazem parte da primeira das Linhas de Torres.

 

publicado por Arth-wr Limma às 20:37
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Finalizando

 

 

 

Nota Importante:

É difícil de enumerar e indicar as várias fontes que recorri para fazer este meu blog.

Adequiri panfletos em Postos de Turismo, consultei documentação, pesquisei sites, visitei locais, obtive informações.

O meu objectivo não é ficar com louros de um trabalho mas só e apenas, tentar colaborar na divulgação desta região onde vivo.

Agradeço portanto a todos os que quiserem ajudar, quer deixando um comentário, quer enviando-me um mail, com sugestões, correcções, reparos e opiniões.

Um muito obrigado.

Artur Lima Moura

26-10-2007


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